sábado, 19 de fevereiro de 2011
YOGA NA NATUREZA - GRATUITA - ECO PARQUE - CHAPECÓ
A comunidade de Chapecó tem a oportunidade de conhecer e praticar yoga na natureza gratuitamente.
O projeto do ESPAÇO SHIVA YOGA leva o yoga para fora da sala, todos os sábados no ECO PARQUE as 7h30m .
Convide um amigo(a), traga seu tapetinho e o coração aberto para aprender e praticar essa ciência milenar que traz bem-estar, harmonia, saúde e alegria de viver.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
MENSAGEM DE OSHO
"Lembre-se de que você é amor. A sociedade faz todo mundo se esquecer disso. A sociedade cria todos os tipos de condicionamento que não lhe permitem lembrar que você é amor.Onde o amor está, Deus está. O amor é a fragrância da presença de Deus.Lembre-se disso e destrua tudo o que a sociedade criou em você para impedi-lo de se lembrar de sua realidade. Somos feitos de amor e somos feitos para o amor."
OshoMeditações Para o Dia
Mensagem de DALAI LAMA
"Se você quer transformar o mundo,
experimente primeiro promover o seu
aperfeiçoamento pessoal e realizar
inovações no seu próprio interior. Estas
atitudes se refletirão em mudanças
positivas no seu ambiente familiar.
Deste ponto em diante, as mudanças se
expandirão em proporções cada vez
maiores. Tudo o que fazemos produz
efeito, causa algum impacto."
experimente primeiro promover o seu
aperfeiçoamento pessoal e realizar
inovações no seu próprio interior. Estas
atitudes se refletirão em mudanças
positivas no seu ambiente familiar.
Deste ponto em diante, as mudanças se
expandirão em proporções cada vez
maiores. Tudo o que fazemos produz
efeito, causa algum impacto."
Dalai Lama
A NORMOSE - PROFESSOR HERMÓGENES
Este é um artigo de Martha Medeiros, que relata uma entrevista com o professor Hermógenes na época com 86 anos. O professor esta completando 90 anos em março desse ano.
Eis o artigo:
Entrevista do professor Hermógenes, 86 anos, sobre uma palavra inventada por ele, que me pareceu muito procedente:
Ele disse que o ser humano está sofrendo de normose, a doença de ser normal.
Todo mundo quer se encaixar em um padrão. Só que o padrão propagado não é exatamente fácil de se alcançar.
O sujeito “normal” é magro, alegre, belo, sociável e bem-sucedido.
Bebe socialmente, está de bem com a vida, não pode parecer de forma alguma que está passando por algum problema.
Quem não se “normaliza”, quem não se encaixa nesses padrões, acaba adoecendo.
A angústia de não ser o que os outros esperam de nós gera bulimias, depressões, síndromes do pânico e outras manifestações de não enquadramento.
A pergunta a ser feita é: quem espera o quê de nós?
Quem são esses ditadores de comportamento a quem estamos outorgando tanto poder sobre nossas vidas?
Eles não existem.
Nenhum João, Zé ou Ana bate na à porta exigindo que você seja assim ou assado.
Quem nos exige é uma coletividade abstrata que ganha “presença” através de modelos de comportamento amplamente divulgados.
Só que não existe lei que exige que você do mesmo jeito que todos, seja lá quem for todos.
Melhor se preocupar em ser você mesmo.
A normose não é brincadeira.
Ela estimula a inveja, a auto-depreciação e a ânsia de querer o que não se precisa.
Você precisa de quantos pares de sapato?
Comparecer em quantas festas por mês?
Pesar quantos quilos até o verão chegar?
Freqüentar terapeuta para bater papo?
Não é necessário fazer curso de nada para aprender a se desapegar de exigências fictícias. Um pouco de auto-estima basta.
Pense nas pessoas que você mais admira: não são as que seguem todas as regras bovinamente, e sim, aquelas que desenvolveram personalidade própria e arcaram com os riscos de viver uma vida ao seu modo.
Criaram o seu “normal” e jogaram fora a fórmula, não patentearam, não passaram adiante.
O normal de cada um tem que ser original. Não adianta tomar para si as ilusões e desejos dos outros.
É fraude. E uma vida fraudulenta faz sofrer demais.
Eu me simpatizo cada vez mais com aqueles que lutam para remover obstáculos mentais e emocionais, e a viver de forma mais íntegra, simples e sincera.
Para mim são os verdadeiros normais, porque não conseguem colocar máscaras ou simular situações.
Se parecem sofrer, é porque estão sofrendo. E se estão sorrindo, é porque a alma lhes é iluminada.
Pois divulgo o alerta: a normose está doutrinando erradamente muitos homens e mulheres que poderiam, se quisessem, ser bem mais autênticos e felizes.
…
José Hermógenes de Andrade Filho, mais conhecido como Prof. Hermógenes, é escritor, professor e divulgador brasileiro de hatha ioga.
Nascido em 9 de março de 1921, em Natal, Rio Grande do Norte, José Hermógenes de Andrade Filho é considerado o pioneiro em medicina holística no Brasil, com mais de 46 anos de prática e ensino de yoga. Pai de 2 filhas, 6 netos e 4 bisnetos. Filósofo, poeta, escritor e terapeuta, o professor Hermógenes costuma dizer que se sente mais jovem hoje, aos 89 anos, do que se sentia aos 35. Doutor em yogaterapia, título concedido pelo World Development Parliament, da Índia, é o criador do treinamento anti-stress.
Para saber mais, entre no site da Academia Hermógenes:
http://www.profhermogenes.com.br/site/
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Om Namah Shivaya Gurave
OM NAMAH SHIVAYA GURAVE
Om Namah Shivaya Gurave
Sacchidananda murtaye
Nisprapancaya Shantaya
Niralambaya Tejase
Om
Saudações ao eterno Mestre
Que existe dentro de nós como ser puro
Consciência pura, alegria pura
Aquele que é paz, luminoso e sem forma
OS KLESHAS
OS KLESHAS
Segundo a visão do Yoga, os Kleshas são motivos de sofrimento para a humanidade. Literalmente, a palavra sânscrita klesha significa dor, aflição, miséria. Kleshas são as causas da dor existencial que aflige toda a humanidade nos diferentes pontos do planeta. São obstáculos que nos impedem de progredir na jornada do yoga que nos leva a moksha (libertação). Patãnjali nos traz através dos Yoga Sutras o conhecimento de cinco kleshas.
No Yoga Sutra, 2.3, Patañjali os enumera da seguinte maneira: “Avidya, ignorância, asmita, egoísmo, raga, apego, dvesha, aversão, e abhinivesha, apego pela vida, são as aflições, kleshas”.
A manutenção da dor e sofrimento tem como base avidya (ignorância, ausência de conhecimento). Uma vez trazendo vidya (conhecimento) pela prática do yoga, os outros kleshas não se mantêm. Portanto, a prática do yoga nos liberta da dor porque nos traz conhecimento com sabedoria. Gostei quando li sobre os kleshas como uma árvore. As raízes são denominadas de AVIDYA (ignorância). Uma vez cortado as raízes, a árvore não se mantém e, portanto não nutre os outros quatro galhos.
Avidya: Compreensão incorreta (ignorância). Pode ser entendida como resultado acumulado de nossas muitas ações inconscientes. Ações, modo de percepção que carregamos mecanicamente por anos. É o desconhecimento de quem somos. A falta de conhecimento considera sendo “Eu” o que não é “Eu”. É a ilusão que nos mantém presos a roda do samsara.
Avidya se expressa no nosso mundo da ação através dos outros 4 ramos da árvore:
RAGA (Apego) : É a identificação nossa com nossos registros de situações prazerosas que queremos manter ou conseguir. Queremos algo hoje porque foi bom ontem, mas não porque precisamos agora. Queremos mesmo que não precisamos e que talvez nem seja bom para nós nesse momento (desejo). Queremos coisas que não temos, o que temos não é suficiente. Queremos guardar o que temos que dar.
Dvesha (Aversão): Rejeitamos pessoas, pensamentos, ambientes relacionados a uma experiência difícil, presumindo que elas nos trarão dor novamente. Rejeitamos o desconhecido.
Asmita (Ego) : Egocentrismo. Sentimento de individualidade. Leva-nos a pensar que o mundo gira em torno de nós.
Abhinevesha (Medo): Sentimos insegurança, dúvidas sobre nossa posição na vida, medo que nos julguem mal, medo de envelhecer, medo da morte. A visão dolorosa da morte é o registro latente que se manifesta nos mais diferentes seres. Porém, o apego a vida é fruto da ignorância (avidya), pois tudo é transitório, impermanente Desconhecemos a imortalidade do espírito, por isso sofremos diante da morte.
Segundo a visão do Yoga, os Kleshas são motivos de sofrimento para a humanidade. Literalmente, a palavra sânscrita klesha significa dor, aflição, miséria. Kleshas são as causas da dor existencial que aflige toda a humanidade nos diferentes pontos do planeta. São obstáculos que nos impedem de progredir na jornada do yoga que nos leva a moksha (libertação). Patãnjali nos traz através dos Yoga Sutras o conhecimento de cinco kleshas.
No Yoga Sutra, 2.3, Patañjali os enumera da seguinte maneira: “Avidya, ignorância, asmita, egoísmo, raga, apego, dvesha, aversão, e abhinivesha, apego pela vida, são as aflições, kleshas”.
A manutenção da dor e sofrimento tem como base avidya (ignorância, ausência de conhecimento). Uma vez trazendo vidya (conhecimento) pela prática do yoga, os outros kleshas não se mantêm. Portanto, a prática do yoga nos liberta da dor porque nos traz conhecimento com sabedoria. Gostei quando li sobre os kleshas como uma árvore. As raízes são denominadas de AVIDYA (ignorância). Uma vez cortado as raízes, a árvore não se mantém e, portanto não nutre os outros quatro galhos.
Avidya: Compreensão incorreta (ignorância). Pode ser entendida como resultado acumulado de nossas muitas ações inconscientes. Ações, modo de percepção que carregamos mecanicamente por anos. É o desconhecimento de quem somos. A falta de conhecimento considera sendo “Eu” o que não é “Eu”. É a ilusão que nos mantém presos a roda do samsara.
Avidya se expressa no nosso mundo da ação através dos outros 4 ramos da árvore:
RAGA (Apego) : É a identificação nossa com nossos registros de situações prazerosas que queremos manter ou conseguir. Queremos algo hoje porque foi bom ontem, mas não porque precisamos agora. Queremos mesmo que não precisamos e que talvez nem seja bom para nós nesse momento (desejo). Queremos coisas que não temos, o que temos não é suficiente. Queremos guardar o que temos que dar.
Dvesha (Aversão): Rejeitamos pessoas, pensamentos, ambientes relacionados a uma experiência difícil, presumindo que elas nos trarão dor novamente. Rejeitamos o desconhecido.
Asmita (Ego) : Egocentrismo. Sentimento de individualidade. Leva-nos a pensar que o mundo gira em torno de nós.
Abhinevesha (Medo): Sentimos insegurança, dúvidas sobre nossa posição na vida, medo que nos julguem mal, medo de envelhecer, medo da morte. A visão dolorosa da morte é o registro latente que se manifesta nos mais diferentes seres. Porém, o apego a vida é fruto da ignorância (avidya), pois tudo é transitório, impermanente Desconhecemos a imortalidade do espírito, por isso sofremos diante da morte.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
UMA IMAGEM QUE TOCA NO CORAÇÃO - NÃO SÃO NECESSÁRIAS PALAVRAS PARA COMPREENDER A DIMENSÃO DO AMOR
F Foto do integrante da NOLI com a equipe do Galpão da Bebete em Teresópolis no resgate do dia 22/01
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
MEDITAÇÃO - UM ENCONTRO COM O SAGRADO
Foto de Guillermo Barrientos - Argentina
YOGA SUTRA, 1.40-51: Após Estabilizar a Mente
A Mente se Torna Como um Cristal Transparente
"Quando a mente está nublada não pode ver com clareza os objetos no campo da mente ou os objetos do mundo exterior. É como um cristal fosco ou uma pedra de cor sólida. Quando a mente vai se tornando cada vez mais clara através da prática de meditação do yoga, ela fica parecida com um cristal transparente.
Um cristal transparente irá assumir a cor de qualquer objeto que dela fique próximo (sutras 1.41-1.43). Quanto tal tipo de mente clara foca em um objeto no campo da mente, fica totalmente absorvida naquele objeto, permitindo que seja visto a natureza do objeto com muita clareza.
Sistematicamente, exploramos, encontramos, examinamos e, gradualmente, através do desapego, deixamos de lado as muitas falsas identidades, atrações, aversões e medos. Esta introspecção é feita nos aspectos mais densos da mente, e também nos mais sutis, onde está o depósito de impressões profundas (samskaras), que são a força motriz por trás do karma (sutras 1.2-1.4 e 2.1-2.25).
Esta mente com transparência cristalina pode eventualmente transcender a absorção de todos os objetos da mente, deixando para trás até mesmo os níveis de samadhi sobre objetos. A mente se volta para dentro e se entrega na experiência direta daquilo que está além da mente."
Fonte: http://www.yoga.pro.br/
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
PASSEIO DE BIKE - TRILHA DO YUCUMÃ - 30/01/2011
Ponto de Partida dia 29/01/2011
Organizando as Bicicletas na Carretinha
Local da Hospedagem- Termas de São João
Local Junto a Natureza
Grupo reunido -
Chegando a hora da partida da trilha
Ponto de Partida - Termas de São João 30/01/2011
Hora de Descanso e de repor as forças. Lanche e água.
No Fundo Rio Uruguai
Itapiranga
Pronto para a travessia da Balsa para o RS
Parque do Turvo- Derrubadas RS
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