sábado, 25 de junho de 2011

CHAKRAS

Receptores, transformadores, distribuidores das diferentes freqüências de prana. Escritos antigos falam de 88.000, a maior parte deles é pequena e tem papel secundário. Existem 40 chakras em que atribuímos um significado maior. Os mais importantes estão no baço, nuca, palma da mão, sola do pé. Os sete chakras principais se encontram ao longo do eixo da coluna. São decisivos para o funcionamento das regiões fundamentais e mais importantes do corpo, da mente e da alma. Os chakras estão localizados no corpo etérico, assemelham-se a cálices de flores afunilados com diferentes quantidades de pétalas (flor de lótus). As subdivisão das flores em pétalas é representada pelos nadis ou canais de energia. Varia de 4 (Muladhara) até quase 1000 (Sahasrara). Da depressão no meio de cada cálice parte um outro canal (que é como o talo da flor) até a coluna vertebral e entra no sushumna que sobe até o sahasrara.

Os chakras estão em constante movimento giratório (chakra=roda) . Quando os chakras giram para a Direita se chama movimento Yang e para a Esquerda, Yin. O mesmo chakra que no homem gira para direita na mulher gira para esquerda.

Yang: Aspecto Positivo: Vontade/Atividade

Aspecto Negativo: Agressividade/Violência.

Yin: Aspecto Positivo: Receptividade/Concordância

Aspecto Negativo: Fraqueza

A extensão (medida) é de 10 cm em média. Em cada centro encontram-se todas as cores (vibrações) mas somente uma predomina. Nas pessoas mais desenvolvidas os chakras tem uma área maior e a freqüência de suas vibrações aumentam, assim como a cor fica mais clara e mais brilhante. O tamanho e número de vibrações dos chakras determinam a quantidade e qualidade das energias por ele absorvidas das mais variadas fontes. São energias que se encontram nos cosmos, provenientes da estrelas, natureza, irradiação de todas as coisas e pessoas em nossa volta, também da fonte primária não manifestada de toda existência.

Duas formas mais importantes de energia são recebidas através do primeiro e sétimo chakra. Entre esses dois esta sushumna e nele, através dos talos, todos os outros chakras se ligam. No sushumna, sobe a kundalini (energia cósmica criadora, shakti). Na maioria das pessoas, a kundalini flui numa escala muito moderada através do sushumna. Com o desenvolvimento consciente, sobe num fluxo crescente, ativando os diversos chakras , expandindo e ativando a sua frequência. Com a subida da kundalini ela é transformada em outra vibração em cada chakra, correspondente a função de cada um. As vibrações assim transformadas, são conduzidas aos corpos etéricos/ físico e são percebidos em forma de emoções, pensamentos e sentidos físicos No homem, a esfera da ação da energia kundalini depende de quanto ele expandiu a sua consciência nos diversos âmbitos da vida e da existência e de bloqueios causados por esgotamento ou experiências mal assimiladas. Quanto mais consciente estiver, mas abertos e ativos estão os chakras. Além da kundalini, existe uma outra força, que flui aos diversos chakras através do sushumna. É a energia do Ser Puro, do aspecto não manifesto. Entra através do Sahashara e faz com que o homem reconheça, em todos os níveis da sua vida, o aspecto existencial, sem forma como causa primária, imutável de tudo o que permeia e que penetra toda e qualquer manifestação. No hinduísmo é chamado de Shiva.

NADIS: Condutos, vias

Pingala: Condutor da energia Solar. Começa no lado direito do chakra base e termina na narina direita.

Ida: Canal Lunar, refrescante e tranqüilizante. Começa no lado esquerdo do chakra base e termina na narina esquerda. Os dois nadis sobem se enrolando no sushumna.

Os chakras também irradiam energia diretamente ao meio ambiente, alterando a atmosfera ao nosso redor. Através deles podemos emitir vibrações de cura, mensagens conscientes ou inconscientes, influenciar pessoas, situações e até matéria (positiva ou negativamente).

Para experimentar a plenitude interior e com ela, a força, criatividade, compreensão, amor e felicidade, todos chakras devem estar abertos e trabalhando em harmonia uns com os outros. Isso ocorre em poucas pessoas.

COMO FORMAMOS BLOQUEIOS NOS CHAKRAS:

Na essência, não somos separados. O cerne mais profundo de nosso ser vive numa inseparável Unidade com o Ser Absoluto, imutável, Esse Ser imutável, puro é nossa natureza de bem-aventurança. A confiança na Unidade foi perdida no momento em que começamos a confiar somente nas informações que nos atingem através dos sentidos físicos e raciocínio lógico, para esquecermos nossa origem e base divina. Uma separação aparente acontece depois da nossa primeira experiência de medo. Perdemos a sensação de realização interior e na segurança da vida e começamos a procurá-la no mundo exterior. Porém o anseio trouxe novamente frustração. Essa experiência de medo, de novas desilusões.

O MEDO provoca RETRAIMENTO que provoca ESPASMO/BLOQUEIO que reforça o

SENTIMENTO DE SEPARAÇÃO que faz crescer o MEDO. O círculo vicioso continua.

Essas contrações tornadas permanentes fazem com que as energias vitais não fluam livremente, não suprindo os diversos corpos com aquilo que necessitam, a fim de refletir e manter a consciência na Unidade. Quando a experiência de separação/abandono/vazio interior/medo nos incita a procurar no mundo exterior aquilo que podemos encontrar no mundo interior ficamos dependentes do amor/reconhecimento/ de outras pessoas/prazeres sensuais/sucesso/posses materiais. Essas coisas se transformam em necessidades com as quais tentamos preencher o vazio. Caso as percamos, ficamos diante do nada e o sentimento de medo surge novamente a nossa frente. Com o sentimento de separatividade reforçado em vez de amar o nosso semelhante consideramos como nosso competidor/inimigo. Julgamos que devemos nos proteger, contraímos e ocorre o bloqueio dos chakras. A necessidade de reconhecimento (pessoa/grupo) é tão forte que estamos dispostos a ajustar nossa vida (conforme concepção de pessoas , regras sociais) dispostos a reprimir nossos sentimentos espontâneos se estes não se enquadram nessas regras. Isso só é possível se contraímos os chakras tão firmemente a ponto de nenhuma emoção descontrolada poder passar por esses filtros. Ocorre congestionamento de energia no respectivo chakra. Uma vez a energia não podendo ser irradiada na sua forma original, tornam-se distorcidas e rompem barreiras descarregando-se de modo inconveniente em forma de emoções fortes e frequentemente negativas, ou de um impulso exagerado. Essa é a reação Yang sobre o bloqueio. Na reação Yin, a retenção das energias é quase que total, fazendo com que o fluxo energético seja consideravelmente paralisado, uma vez que não há mais espaço para energias adicionais. A conseqüência é um suprimento inadequado de força vital e uma fraqueza na expressão do respectivo chakra. Essas experiências não são deixadas para trás com a morte do corpo físico, mas levadas de uma encarnação para outra. Elas determinam as circunstâncias do novo nascimento e eventos que atraímos inconscientes na nossa vida.

DISSOLUÇÃO DE BLOQUEIOS

Dois caminhos importantes:

1- Expor os chakras a vibrações de energia aproximadas as frequências nas quais vibram em harmonia e livre de bloqueios (TÉCNICAS variadas)

2- Atitude interior de aceitação incondicional que leva ao relaxamento completo, que é contrário do espasmo, do bloqueio. Enquanto rejeitarmos alguma faceta de nossa personalidade consciente ou inconsciente, enquanto julgarmos a nós mesmos condenando e repelindo partes de nosso ser será mantida uma tensão que impede total relaxamento e com isso dissolução de bloqueios. AUTOCONSCIÊNCIA.

Resumo e anotações da leitura do livro "Chakras, mandalas de Vitalidade e Poder"

Apostila do Curso de Chakraterapia - YOGA INTEGRATIVA

domingo, 19 de junho de 2011

Bhagavad Gita

"Agora estou confuso quanto ao meu dever e perdi toda a compostura devido à reles fraqueza. Nesta condição estou Lhe pedindo que me diga com certeza o que é melhor para mim. Aqui estou, Seu discipulo e uma alma rendida a você. Por favor. instrua-me. " (Bhagavad Gita)

MANDALAS - ARTE e TERAPIA - Aceita-se enomendas

FORMAÇÃO EM TERAPIA CONSCIENCIAL - I Módulo 11 de junho de 2011

terça-feira, 24 de maio de 2011

terça-feira, 3 de maio de 2011

Impermanência

Hoje estou pensando na impermanência das coisas. Se pararmos para olhar a natureza, veremos que a mesma cena nunca se repete. Se olharmos com sutileza e presença, até o mesmo ambiente muda de um dia para outro, que dirá da mudança do mesmo cenário de uma estação para outra. Na minha caminhada, aprendi que cada estação tem a sua beleza, cada estação tem algo para nos mostrar e tocar na alma. Esse assunto está presente nos últimos tempos, quando olho para mim mesmo e percebo a mudança no meu corpo denso (físico - Annamayakosha), do meu corpo de energia (Pranamayakosha), e do meu corpo mental-emocional (Manamayakosha). Não tenho mais a forma de uma criança, nem de um adolescente, tenho a forma da maturidade. Como é importante apreciar cada transformação como um processo natural e espontâneo que ocorre na natureza. A folha nasce tenra, macia, colorida, aos poucos se transforma, fica mais seca, perde a cor e cai, para continuar a ser matéria, porém de uma forma diferente. Não vejo diferença entre a folha e nosso corpo físico, passamos pelo mesmo processo e ele não termina, continua sendo matéria, apenas de outra forma. Tenho 45 anos, aprendi sobre a transformação lá pelos 35 anos, quando comecei a observar mudanças, porém mudanças que não me tornaram velha, mas diferente, pois viver e aceitar as transformações é diferente de viver lutando contra o “envelhecer”. Quando olho para a minha maneira de respirar sentindo meu corpo de energia, percebo que já não sou a mesma e que mudo a cada inalação, a cada exalação. Hoje, respiro com mais consciência, pois o yoga me permitiu reaprender a estar conectada. Não posso deixar de falar do poema do professor Hermógenes com os mudras da Mãe da Montanha Encantada, Lilian Le Page: “Eu entrego, eu confio, eu aceito, eu agradeço.” Eu exalo entregando (Samputa Mudra), eu retenho com pulmão vazio confiando (Vajrapradama Mudra), eu inalo aceitando (Pushpaputa Mudra), eu retenho com o pulmão cheio agradecendo (Anjali Mudra). Basta olhar para a respiração e ver a impermanência de cada fase. Não podemos parar apenas numa, ela precisa fluir para dar continuidade a VIDA. Como é importante entregar, confiar, aceitar e agradecer não apenas em cada fase de nossas vidas (estação), mas a cada dia, a cada minuto a cada segundo. Se eu luto contra os processos naturais da existência há sofrimento. Se eu entrego, confio, aceito e agradeço, estou a caminho de Moksha me libertando da dor. Se eu olho para meus pensamentos, percebo ainda muito mais a transformação. Não sou mais a mesma, amanhã também não serei mais a mesma Rosana, aliás, posso dizer que depois da próxima exalação já não sou mais a mesma. Acreditei e defendi coisas que hoje não acredito e não defendo mais. Agora, acredito e defendo outras. Amanhã, também será diferente e esse processo natural só acabará quando não há mais nada a transformar, e isso só acontece quando finalmente chegamos a casa “A FONTE” e nos unimos a ela. Quando a gota, se unindo ao mar, reconhece que ela é o MAR. Quando a onda, com forma, identidade (onda pequena, grande) reconhece que ela é o MAR, que não há começo nem fim, mas há o TODO. Estou nesse processo. Lembro o que Joseph falou numa palestra sobre identificar-se com a onda. Às vezes me sinto onda pequena que “nenhum surfista quer” e sofro a dor da rejeição, da baixa autoestima, às vezes me sinto uma onda grande e o orgulho infla o ego, pois “todos me querem” e volto a sofrer, às vezes sinto o movimento me dar vida quando a onda cresce, às vezes sinto que morri na praia e novamente, o sofrimento está marcando presença. A inconstância, a impermanência são processos naturais do caminho, pois é o aprendizado chegando, porém, se tornam menores, menores, menores até desaparecer. Agora, é o TODO, sem forma, sem nascimento, sem começo, sem fim. O Yoga nos ajuda a chegar lá........Por isso: “EU ENTREGO; EU CONFIO; EU ACEITO; EU AGRADEÇO.” Rosana

domingo, 1 de maio de 2011

Campo Morfogenético e o ato de meditar

"O Centésimo Macaco Nota: Para pesquisar o assunto, consulte a obra do biólogo inglês Rupert Sheldrake sobre campos morfogenéticos O macaco japonês Macaca Fuscata vinha sendo observado há mais de trinta anos em estado natural. Em 1952, os cientistas jogaram batatas-doces cruas nas praias da ilha de Kochima para os macacos. Eles apreciaram o sabor das batatas-doces, mas acharam desagradável o da areia. Uma fêmea de um ano e meio, chamada Imo, descobriu que lavar as batatas num rio próximo resolvia o problema. E ensinou o truque à sua mãe. Seus companheiros também aprenderam a novidade e a ensinaram às respectivas mães. Aos olhos dos cientistas, essa inovação cultural foi gradualmente assimilada por vários macacos. Entre 1952 e 1958 todos os macacos jovens aprenderam a lavar a areia das batatas-doces para torná-las mais gostosas. Só os adultos que imitaram os filhos aprenderam este avanço social. Outros adultos continuaram comendo batata-doce com areia. Foi então que aconteceu uma coisa surpreendente. No outono de 1958, na ilha de Kochima, alguns macacos – não se sabe ao certo quantos – lavavam suas batatas-doces. Vamos supor que, um dia, ao nascer do sol, noventa e nove macacos da ilha de Kochima já tivessem aprendido a lavar as batatas-doces. Vamos continuar supondo que, ainda nessa manhã, Um centésimo macaco tivesse feito uso dessa prática. Então aconteceu! Nessa tarde, quase todo o bando já lavava as batatas-doces antes de comer. O acréscimo de energia desse centésimo macaco rompeu, de alguma forma, uma barreira ideológica! Mas veja só: Os cientistas observaram uma coisa deveras surpreendente: O hábito de lavar as batatas-doces havia atravessado o mar. Bandos de macacos de outras ilhas, além dos grupos do continente, em Takasakiyama, também começaram a lavar suas batatas-doces. Assim, quando um certo número crítico atinge a consciência, Essa nova consciência pode ser comunicada de uma mente a outra. O número exato pode variar, mas o Fenômeno do Centésimo Macaco significa que, quando só um número limitado de pessoas conhece um caminho novo, ele permanece como patrimônio da consciência dessas pessoas. Mas há um ponto em que, se mais uma pessoa se sintoniza com a nova percepção, o campo se alarga de modo que essa percepção é captada por quase todos! Você pode ser o centésimo macaco! Essa experiência nos proporciona uma reflexão sobre a direção de nossos pensamentos. De certo modo, já sabemos que para onde vai o nosso pensamento segue a nossa energia. Grupos pensando e agindo numa mesma freqüência em várias partes do Planeta têm as mesmas sensações e acabam fazendo as mesmas coisas sem nunca terem se comunicado. Isso vale tanto para aqueles que praticam o bem como para aqueles que usam de suas faculdades para o mal. O acréscimo de energia, neste caso, pode ser aquela que você está enviando com o seu pensamento sintonizado na freqüência do crime noticiado que gera comoção geral. Parece coincidência, mas sempre que um crime choca e comove multidões, de imediato outros fatos semelhantes pipocam em diversos lugares. Será isso o efeito do centésimo macaco às avessas? Ao invés de indignar-se diante do crime noticiado, direcionando inconscientemente seu pensamento e sua energia para essas pessoas ou grupos que se aproveitam dessa energia toda para materializar mais crimes, neutralize com pensamentos conscientes de amor e perdão. Mude de canal na TV, vire a página do jornal, saia da freqüência e não alimente ainda mais a insanidade daqueles que tendem para o crime, e, também, daqueles que lucram com as desgraças alheias. São todos igualmente insanos, tanto aquele que pratica o crime quanto aquele esbraveja palavrões de indignação por horas diante das câmeras, criando comoção e levantando a energia que se materializará nas mãos daquele que está com a arma já engatilhada. Gerar material para construir um mundo melhor não requer tanto de grandes ações, quanto essencialmente grandes blocos de consciência. É preciso que mais gente se sintonize na freqüência e coloque aquele acréscimo de energia que pode gerar uma nova consciência em outros grupos, em outras partes do Planeta. Se cada um de nós dedicarmos alguns minutos todos os dias para meditar, entrando em sintonia com a freqüência do amor, basta para mudar muitas coisas desagradáveis acontecendo em nosso Planeta e criar uma nova consciência. Seja você também um centésimo macaco para o bem! " Fonte: Iternet

Mensagem

"O peregrino deve atravessar e ultrapassar os extensos desertos dos desejos mundanos, superar os crescimentos excessivos, densos e sujos de raiva e ódio, e transpor os despenhadeiros do ego e da malícia, de modo que possa relaxar nos pastos verdes e exuberantes da harmonia e do amor." Sathya Sai Baba